
De acordo com informações, a situação de pânico começou por volta das 5h da manhã horas depois, com a negociação bem-sucedida conduzida pela Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam) da Polícia Militar.
Inicialmente, o chamado de emergência indicava um suposto caso de refém. Contudo, ao chegarem ao local, as equipes da Rocam constataram que se tratava de um casal em quadro de perturbação mental. A mulher era paciente da unidade, e o homem, seu acompanhante.
O Capitão Faustino, da Rocam, detalhou à imprensa que o casal estava “visivelmente e mentalmente perturbado” e ameaçava se jogar do alto da marquise.Durante a negociação, foi revelado que o casal estava com uma faca, posteriormente identificada como uma faca de pão.
Os motivos alegados para a tentativa de autoextermínio eram problemas familiares, com acusações de que parentes teriam levado uma organização criminosa a tentar matá-los.Após intensa conversa, o casal entregou a faca às autoridades, que concentraram os esforços em demovê-los da ideia de pular.
Ao final da intervenção, o casal foi acalmado e, devido ao quadro de saúde mental, foi imediatamente encaminhado para tratamento no próprio Hospital João Lúcio.






