‘Essa tal de Japinha do CV não existe’, diz Penélope após boato de morte em megaoperação

A influenciadora Maria Eduarda, conhecida nas redes como Penélope, desmentiu os boatos de que morreu durante a megaoperação policial realizada nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro. Em vídeo publicado em suas redes, ela afirmou estar viva e lamentou a desinformação que tomou conta da internet.

“Oi, meu nome é Maria Eduarda. (…) Boatos que eu tinha morrido. Então, eu ‘tô’ viva. Isso tudo foi o que a internet criou”, declarou.

Além de negar a suposta morte, Maria Eduarda também refutou o apelido que passou a circular em grupos e redes sociais – “Japinha do CV”, “Musa do CV” ou “Penélope Charmosa”. “Essa tal de Japinha que estão falando aí… não sou eu. Essa menina não existe. Japinha não existe”, disse a influenciadora.

Ela afirmou ainda que tenta se afastar de situações ligadas ao passado, sem detalhar ao que exatamente se referia: “Tenho minha vida, minha história. Tem coisas da minha vida que eu prefiro deixar no passado, e que eu não levo mais pra minha vida hoje em dia.”

A Polícia Civil do Rio de Janeiro também desmentiu a morte da jovem. A corporação informou que o corpo mostrado em uma imagem amplamente divulgada nas redes – e que seria a Japinha do CV – era, na verdade, de Ricardo Aquino dos Santos, de 22 anos, natural da Feira de Santana, na Bahia, e com dois mandados de prisão em aberto. Nenhuma mulher morreu durante a operação, realizada em 28 de outubro.

Confusão

Segundo uma checagem do site Aos Fatos, a história da suposta “Japinha do CV” foi fruto de erros, confusões de identidade e desinformação. Imagens de um corpo feminino circularam como sendo da criminosa morta em confronto, e mensagens de “amigos” e “familiares” ajudaram a espalhar o boato.