
A cúpula do Partido Liberal (PL) de Mâncio Lima, procurou o diretório estadual da sigla para pedir a permanência do partido na chapa de Chicão (MDB). Os presidentes do PL em Mâncio Lima sabem da possibilidade de rompimento com o empresário Chicão, tendo em vista que as decisões do partido cabem ao senador Márcio Bittar (União Brasil), e isso não é segredo a ninguém.
Cafézinho do Cameli
Bittar recentemente foi convidado para um café com o governador Gladson Cameli, para tratar de possíveis alianças. Durante a reunião, Gladson, convenceu o senador a romper com o MDB e apoiar seu candidato em Cruzeiro do Sul, Zequinha. Com isso, Márcio pode seguir o mesmo caminho em Mâncio Lima, onde o candidato Zé Luiz é correligionário e amigo pessoal do governador. O “Cafezinho do Cameli” enfraqueceu o MDB em Cruzeiro do Sul e pode enfraquecer a sigla também em território manciolimense.
Ingenuidade ou má interpretação?
Diante desta possibilidade, o site Mâncio Lima em Foco produziu uma matéria analisando o provável cenário atual envolvendo os partidos em Mâncio Lima. Como é de conhecimento geral, com a aproximação do fim das convenções partidárias, estratégias e alianças inesperadas sempre ocorrem nesta altura do campeonato. Contudo, nosso veículo sofreu uma falsa acusação de fake news, onde a assessoria municipal do PL distorceu os fatos, afirmando que o jornal estava dando como certa a aliança entre o PL e o grupo de José Luiz, o que não ocorreu em nenhum momento. Horas após o ocorrido partido publicou um nota onde desta vez foi repassada a informação verídica.
Impedimento de Armando Pinheiro e oportunidade para Alice Rocha
É de conhecimento de todos que Armando Pinheiro está impedido pela Justiça Eleitoral de ser vice na chapa do empresário Chicão por conta de Antônio Marazona, que é o presidente municipal da federação a qual Armando é filiado. Com isso, o PL enxerga a possibilidade de emplacar a vereadora Alice Rocha como vice do empresário.
Caldo de piaba
Alice Rocha e Josimar trabalharam na campanha de Márcio Bittar, que concorreu ao cargo de governador em 2022. Porém, o casal conseguiu apenas 71 votos para Márcio, uma votação pouco expressiva que provavelmente enfraqueceu ambos politicamente. Resta saber se essa baixa influência terá algum impacto na atual estratégia do PL e na decisão final do senador Márcio Bittar.






