
O Pix é uma importante ferramenta de transferências bancárias no Brasil. Contudo, existem várias especulações sobre esse tema, sendo muitas delas falsas. Uma das pautas que sempre vem à tona é sobre as cobranças de taxas em transferências, que já foi descartada pelo Banco Central (BC) várias vezes.
A instituição também já negou outras vezes que tem a intenção de cobrar gorjetas por transferência, e ressaltou que o Pix permanece gratuito para as pessoas físicas, Microempreendedores Individuais (MEIs) e Empreendedores Individuais (EIs).
Mudanças que, de fato, aconteceram no Pix
No entanto, o Pix passou por algumas mudanças no início deste ano, sendo elas:
- A abolição do limite de transações, pois apenas o valor limite diário vai continuar existindo. Já para as Pessoas Jurídicas os limites diários devem ser definidos com a instituição financeira que ela é cliente;
- O limite de retirada e alteração do Pix, que sai de R$500 para R$3.000 durante o dia, e de R$100 para R$1.000 a noite.
Pix pode ser taxado em alguns bancos
Em alguns bancos, que oferecem a modalidade do Pix parcelado, existe a cobrança da taxa de serviço, que seria uma taxa por transferência realizada.
Confira abaixo algumas das instituições financeiras em que essa modalidade de Pix já está sendo feita:
- RecargaPay – Esse app tem a taxa de operação mais baixa do mercado, de 3,99% para usuários comuns e 3,49% para clientes prime;
- Santander – As taxas de juros do Santander vão depender do perfil do cliente, e só em alguns casos o IOF é cobrado;
- Mercado Pago – O Mercado Pago também oferece a modalidade do Pix Parcelado, com a cobrança de 3,99% de taxa de operação;
- PicPay – O PicPay conta com uma taxa de 4,99% por Pix, e outra de 4,49% por parcelamento.






