Deda, Armando e Josimar poderão entrar na disputa pela prefeitura de Mâncio Lima em 2024

Não é de hoje que o ex prefeito de Rodrigues Alves, Deda Amorim mostra interesse pela segunda maior prefeitura da região do Vale do Juruá. Político estrategista e atual conselheiro do governador Gladson Cameli, Deda sabe o caminho das pedras para alcançar o êxito político.

Este site já noticiou que o grupo do Deda teria um candidato em 2024, sendo cogitado o nome do empresário Regiano Barros, entretanto, nas últimas rodadas de conversas o grupo acredita que apenas Deda poderá destronar o grupo do Isaac. Segundo o que foi apurado, Deda atualmente encontra-se elegível e tem seu nome cogitado para disputar as prefeituras de Mâncio Lima ou Cruzeiro do Sul.

O empresário Chicão continua sendo a aposta do MDB e do grupo de secretários que esteve nas duas gestões do ex prefeito Cleidson Rocha. Embora seja um nome bom e conte com a memória eleitoral, nas futuras conjecturas políticas o empresário não terá mais uma deputada federal do porte de Jéssica Sales. Não custa nada lembrar que o poderio político da família Sales vem perdendo força nas últimas eleições. Mesmo assim, faltando ainda um ano e meio para a eleições o nome do Chicão é sempre bem avaliado nas ruas.

Sem definição no grupo do Isaac, cogita-se nos bastidores que Jonas Lima vai confrontar o irmão e vai brigar pela prefeitura. Como ele é proibido de se candidatar por força da inelegibilidade prevista no art. 14 da CF/88, irá apostar todas as suas fichas no pecuarista Armando da Lima & Pinheiro. Jonas está tão decidido que cogita, inclusive, juntar Armando e Chicão no mesmo palanque. Ao que parece, Armando reluta em entrar na política. De qualquer forma a família Lima precisa entender que o desgaste político atinge tanto Isaac como também Jonas.

O professor Josimar Rodrigues, esposo da vereadora Alice Rocha – que vem se destacando na Câmara, garante que será candidato a prefeito em 2024 e já tem até partido. Pode vir a ser o PL ou União Brasil. Josimar é amigo do senador Márcio Bittar, que embora seja um senador muito atuante em Brasília, saiu enfraquecido nas últimas eleições quando foi candidato ao governo do Acre, obtendo uma média de 5 mil votos.

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