
João Bittar, presidente do Partido Liberal (PL) no Acre e filho do senador Marcio Bittar, publicou um vídeo nas redes sociais nesta terça-feira (13) em que denuncia conversas sobre coquetéis molotov e facas em um grupo de WhatsApp atribuído a apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o dirigente, o grupo seria formado por estudantes ligados à Universidade Federal do Acre (Ufac).
Na gravação, João afirma ter recebido imagens de conversas que considera preocupantes. Entre as mensagens exibidas, segundo sua descrição, aparece a frase “Vamos trazer de volta os coquetéis molotov”. Ele também menciona mensagens sobre facas e a possibilidade de esconder uma delas em determinado local.
O presidente do PL no Acre classificou o conteúdo como grave e afirmou que as mensagens indicariam possíveis referências a atos de violência. Até o momento, porém, não há confirmação independente da autenticidade das conversas, da identidade dos participantes ou de eventual vínculo deles com a Ufac.
João também levantou suspeitas sobre a participação de um professor nas conversas. “E, pasmem, um professor pago com o teu dinheiro aparentemente estava participando dessas conversas, incitando esses alunos a serem agressivos”, declarou. A alegação foi feita pelo dirigente, mas não foram apresentadas informações que permitam confirmar a identidade do docente ou verificar sua suposta participação.
Diante do conteúdo divulgado, João pediu que as autoridades competentes apurem o caso e adotem providências. “Por isso, estou tornando o assunto público, cobrando, evidentemente, uma ação rigorosa das nossas autoridades”, afirmou. Ele também solicitou que seguidores compartilhem o vídeo e encaminhem informações relevantes às autoridades.






