
A possível saída de integrantes do primeiro escalão para disputar as eleições de 2026 ainda não está definida no governo do Acre. O governador Gladson Camelí afirmou, nesta quinta-feira, 26, que aguarda a confirmação dos próprios secretários para fechar a lista de quem deve deixar os cargos.
Segundo ele, foi solicitado um levantamento interno para identificar quais auxiliares pretendem concorrer no próximo pleito.
“Eu inclusive ontem chamei meu chefe de gabinete e determinei que traçasse contato com todos os secretários pra saber quem vai sair, pra se compatibilizar pra poder ser candidato”, declarou.
O governador destacou que, até o momento, não há uma relação consolidada e que o cenário ainda é marcado por especulações.
“Eu ainda não tenho os nomes completos, só tem muito boato, então eu tô aguardando que eles me afirmem quem vai disputar”, disse.
Entre os nomes já confirmados, Camelí citou o deputado Tchê, que, segundo ele, já deixou o cargo com intenção eleitoral. “Temos aí o deputado Tchê que já tá certo, já saiu inclusive”, afirmou.
Outro nome mencionado foi o presidente da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), Minoru Kinpara, que também deve disputar as eleições. Já Moisés Diniz, de acordo com o governador, manifestou interesse em concorrer. “Já me procurou, quer ser candidato também”, disse.
Em relação à secretária Sula Ximenes, o governador afirmou que ainda há indefinição sobre a decisão. “Eu fiz uma pergunta pra ela, inclusive na inauguração da Dias Martins, se ela ia ser candidata. Ela falou assim: ‘Não governador, eu não pretendo ser candidata não’. Mas ao mesmo tempo quer deixar o cargo, aí eu tô nessa dúvida”, declarou.
Ao comentar o cenário político, Camelí afirmou que acompanha o processo com experiência. “Não tenho três meses não, eu tenho 48 anos”, encerrou.






