
Algumas pessoas se sentem mais vulneráveis às picadas de mosquito. A suspeita é verdadeira e tem explicação científica: pessoas mais atrativas para os mosquitos produzem um nível mais alto de ácidos carboxílicos.
O resultado foi obtido após um estudo do Laboratório de Neurogenética e Comportamento da Rockefeller University, nos Estados Unidos, que foi exibido no Jornal Nacional. O Aedes aegypti se sente atraído pelo odor que esses ácidos produzem.
O estudo americano foi feito em um olfatômetro, uma caixa plástica onde os mosquitos são soltos, e confirmou, ao longo de meses, a preferência pelos mesmos candidatos. Todos eles produziam um número maior de ácido carboxílico.
Ser “ímã de mosquitos” é uma característica física, possivelmente genética, que vai acompanhar a pessoa durante toda a vida. Os estudos, feitos ao longo de meses, mostraram que voluntários preferidos ou preteridos continuaram assim, não importa que roupa usassem, o que comessem ou bebessem.






