
Desde que o ex-vereador Carisson Pinheiro foi preso pela Polícia Militar, portando drogas, familiares e amigos emitiram opiniões nas redes sociais no sentido de defendê-lo das acusações de tráfico de drogas.
Para a família, o ex-parlamentar precisava de atendimento médico, já que é dependente químico. Em seu histórico, Carisson já passou por várias clínicas de reabilitação para tratar a dependência.
De acordo com a família, o flagrante foi ilegal, posto que o ex-parlamentar não é traficante e não possui qualquer ligação com o crime organizado. Afirmam que ele enfrenta um problema de dependência química e vinha em processo de recuperação.
Segundo os relatos, ele havia saído recentemente da Fazenda da Esperança, onde estava em tratamento. No momento em que foi encontrado, estaria sob efeito de álcool e entorpecentes, em situação de vulnerabilidade.
Os familiares disseram que Carisson é servidor público e gasta parte do salário na compra de entorpecentes, não tendo sentido o mesmo traficar drogas.
Durante a audiência de custódia, o caso foi analisado pelo o Ministério Público e pelo o Poder Judiciário, ocasião em que foi avaliada a possibilidade de oferecimento de denúncia. No entanto, não houve denúncia, justamente em razão da pequena quantidade de substância, sendo entendido que não se tratava de situação de tráfico de drogas, conforme preconiza o artigo 33 da Lei de droga.
Dito isso, foi adotada uma medida alternativa à prisão, voltada à recuperação do ex-vereador, com a determinação de ele ficar 180 dias em uma casa de tratamento. Ele foi encaminhado para a APADEQ, onde deverá seguir em acompanhamento.






