
Um casal foi flagrado em comportamento íntimo em área pública do Recanto Nossa Senhora das Graças, espaço religioso localizado em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O episódio aconteceu na última quarta-feira e imagens do momento passaram a circular nas redes sociais.
De acordo com relatos, a ocorrência foi registrada em um dos bancos situados na área externa do oratório. Em respeito aos leitores e por se tratar de conteúdo impróprio, os veículos que noticiaram o fato optaram por não divulgar as imagens.
Espaço religioso é conhecido como ponto de oração
Localizado acima do Túnel Sá Freire Alvim, na Rua Barata Ribeiro, o Recanto Nossa Senhora das Graças foi fundado na década de 1970 e se tornou conhecido como um local de oração e reflexão. O espaço abriga uma imagem de Nossa Senhora das Graças em sua entrada e recebe frequentemente visitantes que buscam momentos de tranquilidade em meio à rotina agitada da capital fluminense.
Durante décadas, o santuário foi administrado por Olívia Fagundes Coelho, natural de Miraí (MG), reconhecida pela dedicação à preservação do local, mesmo diante de períodos de abandono e falta de manutenção.
Revitalização recente e reconhecimento oficial
Em agosto de 2024, a Secretaria Municipal de Conservação (Seconserva), em parceria com a Associação de Moradores de Copacabana (Amacopa), realizou ações de revitalização no espaço. No entanto, moradores relatam preocupação com a conservação do recanto.
Em 2016, o então prefeito Eduardo Paes sancionou a Lei nº 6.069, de autoria do vereador Carlo Caiado, reconhecendo oficialmente o local como ponto de oração da cidade.
Órgãos foram acionados
A reportagem informa que tentou contato com a Seconserva e com a Polícia Militar para esclarecimentos, mas não obteve retorno até o fechamento da matéria.
A Amacopa comunicou que realizará, nesta segunda-feira (23/02), uma visita técnica ao Recanto Nossa Senhora das Graças para avaliar as condições atuais do espaço.
O caso reacende o debate sobre preservação, segurança e respeito em áreas públicas e religiosas da cidade.
Fonte: Diário do Rio






