
Um trabalhador de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, teve o veículo removido para o pátio após uma abordagem policial registrada no bairro Cohab. A situação tem gerado questionamentos sobre a conduta adotada durante a fiscalização.
De acordo com relato do motorista, ele trafegava normalmente quando os policiais teriam solicitado passagem para atender uma ocorrência. No entanto, por estar em um trecho de curva e sem possibilidade de manobra imediata, ele afirma que só conseguiu liberar espaço alguns metros à frente, onde havia condições seguras para isso.
Ainda segundo o condutor, logo após permitir a passagem, foi abordado pelos agentes e informado de que o veículo seria removido. Ele relata que, no momento da ação, não teria sido apresentada uma justificativa clara para a medida, e o automóvel acabou sendo levado por guincho até o pátio.
O trabalhador sustenta que toda a documentação estava regular, tanto do veículo quanto da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), e que não havia pendências administrativas que justificassem a apreensão.
Durante o procedimento, ele também afirma ter presenciado a circulação de outro veículo com reboque na mesma via, o que levantou questionamentos sobre possível diferença de tratamento na fiscalização.
O episódio reacende o debate sobre a necessidade de transparência, critérios objetivos e proporcionalidade nas abordagens, especialmente quando envolvem cidadãos que dependem do veículo para o sustento diário.
O espaço permanece aberto para manifestação das autoridades responsáveis, a fim de que os fatos sejam esclarecidos e todas as versões devidamente apresentadas.






