
Coordenação do CREAS trabalha para chegar a familiares do homem sem identificação
Nos últimos dias, a equipe do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) de Cruzeiro do Sul esteve mobilizada em uma missão de resgate e auxílio a um homem encontrado próximo à antiga residência, nas proximidades da farmácia Pague Menos, no centro da cidade. O homem, cuja identidade permanece um mistério, enfrentava problemas de saúde.
“Durante esses três dias, o CREAS havia sido informado, e vocês também devem ter visto fotos e vídeos desse rapaz que estava perto da antiga casa da Dona Maria do Céu, ali na Pague Menos. Nós fomos lá várias vezes, como o CREAS, tentando ajudá-lo e auxiliá-lo”, explicou Elieso Herculano, coordenador do CREAS em Cruzeiro do Sul.
De acordo com relatos da equipe de assistência social, o homem falava que não conseguia andar apresentando dificuldades para se movimentar ou mesmo para sentar-se. Nos dias em que se estenderam os esforços do CREAS, uma das prioridades era persuadi-lo a procurar ajuda médica em um hospital local.
“Conseguimos chamar o SAMU duas vezes, mas ele recusou o atendimento. No entanto, hoje voltamos lá e, graças a Deus, conseguimos convencê-lo de que era necessário fazer exames, receber medicação e ser atendido por um médico. O SAMU foi novamente chamado hoje e o levou para o Hospital do Juruá, para que possa receber um tratamento mais adequado”, informou Herculano.
Um dos desafios enfrentados pela equipe do CREAS é a falta de informações quanto a identidade do homem. Ele forneceu detalhes contraditórios sobre sua origem, mencionando ser de diferentes cidades, como Rodrigues Alves, Cruzeiro, Mâncio Lima e até Porto Alegre.
“Agora, uma das coisas que gostaríamos de conseguir, se possível, é que o CREAS está tentando alcançar, mas não tem sido possível devido a algumas informações contraditórias que ele fornece. Ele diz que é de Rodrigues Alves, de Cruzeiro, de Mâncio Lima, de Porto Alegre, enfim. Se alguém que o conheça puder comunicar a um parente, amigo, enfim, isso seria ótimo para que possamos identificá-lo melhor e também entrar em contato com a família”, ressaltou Herculano.






