
Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Acre registrou entre os dias 1º e 7 de setembro, 2.784 pontos de incêndios. Número superior a todos os registrados nos 31 dias de agosto, que foram 2.638.
As queimadas intensas provocaram uma cortina de fumaça, cobrindo o céu de todos os 22 municípios do Acre e estados vizinhos.
Segundo o governo: “a grande maioria dos focos de queimadas que produzem a baixa qualidade do ar está nos estados vizinhos de Rondônia e Amazonas”.
O professor e pesquisador da Universidade Federal do Acre (Ufac), Foster Brown, afirmou em entrevista que a fumaça causada pelas queimadas é prejudicial tanto a curto, quanto a médio e longo prazo, podendo causar, inclusive câncer e problemas cardíacos.
Ele explica que existe, pelo menos, três fontes de fumaça: uma é a local, outra é a regional que compreende alguns quilômetros especificamente ao redor das cidades e a que vem a longa distância. Para ele, esses problemas estão interligados, o que faz com que as soluções precisem ser interligadas também.






