
Familiares de José Oliveira de Souza, 26 anos, que faleceu após uma infecção intestinal estão acusando um médico que trabalha no Hospital Abel Pinheiro, em Mâncio Lima de não prestar atendimento e negar um atestado de óbito para liberar o corpo. O caso só foi resolvido após a intervenção policial.
Segundo os relatos da família, José de Oliveira estava em uma área de mata quando sentiu fortes dores estomacais. Um pessoa que estava com ele veio até a cidade em busca de ajuda, e ao retornar ao local, com homens do Corpo de Bombeiros, José já estava sem vida.
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Desesperados, familiares procuraram a ajuda da Polícia, que conduziu o diretor da unidade hospitalar até o hospital, e após dialogar com o médico plantonista, este emitiu o atestado de óbito, liberando o corpo para a família.
Após o fato, familiares alegam que irão levar o caso ao Ministério Público para apurar possíveis irregularidades cometidas pelo médico de plantão. Consoante o art. 83 da resolução nº 2.217/2018 (que aprova o Código de Ética Médica), é vedado ao médico: “Atestar óbito quando não o tenha verificado pessoalmente, ou quando não tenha prestado assistência ao paciente, salvo, no último caso, se o fizer como plantonista, médico substituto ou em caso de necropsia e verificação médico-legal.






