Menina de 13 anos é sequestrada e estuprada por homem que conheceu pelo Facebook

Uma adolescente de 13 anos foi sequestrada e obrigada a manter relações sexuais com um homem, de 35, que ela conheceu pela internet. O crime foi registrado neste fim de semana, no bairro Jardim Laguna, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo a Polícia Militar (PM), a vítima conheceu o homem pelas redes sociais há cerca de um mês, após ele enviar um pedido de amizade pelo Facebook. Os dois moram no mesmo bairro, e na noite de sábado (16) ele teria marcado um encontro na porta da casa da menina para conversar. No portão, ela foi rendida e ameaçada a ir para a casa dele.

Ainda conforme a PM, ela foi estuprada e liberada somente na manhã de domingo (18), quando a PM foi acionada pelos pais da vítima. O tenente Teles, do 18º Batalhão, disse que os pais estavam dormindo quando a filha saiu para encontrar com o abusador na porta de casa.

“O pai acordou e deu falta da filha. Começaram a procurar no bairro, não a encontrando. Essa criança, posteriormente, chegou em casa sentindo muitas dores foi quando falou para pai dela que havia sido vítima de estupro”, explicou o militar, que confirma os primeiros contatos feitos pela rede social, há um mês.

“Daí então começou a procurá-la nessa rede social, sempre chamando de amor e pedindo nudes. Ela mantinha uma conversa, mas, segundo a vítima, nunca mandou nada. Ele então marcou com ela na madrugada de domingo”, completou o tenente.

A PM disse ainda que o homem ameaçou matar a menina, caso ela não fosse para a casa dele. Ele pegou a vítima pelo braço e levou para um barracão, onde consumou o estupro de vulnerável. O suspeito ainda mentiu ao ser preso. “Ele falou que a menina queria e, inclusive, que ela não era tão santinha e já tinha um filho, o que é mentira dele”, garantiu o tenente.

O pai disse que a família já estava monitorando o aparelho celular da filha e viu o autor insinuando para a filha. “O que eu tenho para falar para os pais, se possível, caso a pessoa não for maior e ter responsabilidade, não solta computador, celular em mão de criança, porque acontece o pior. Dou graças a Deus que livrou, porque ela poderia nem ter voltado”, disse.

A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar o caso.