
A comarca de Epitaciolândia através da juíza Joelma Ribeiro Nogueira, acatou uma denúncia feita pelo Ministério Público do Acre (MPAC) contra o sargento da Polícia Militar (PM) Erisson Nery, por tentativa de homicídio qualificado.
O militar, que ficou conhecido em todo o estado por expor detalhes de sua vida conjugal com duas mulheres, baleou o estudante de medicina Flávio Endres de Jesus Ferreira em um bar do município no dia 28 de novembro após uma confusão.
O MPAC disse na denúncia que Nery agiu “de vontade livre e consciente, por motivo fútil e mediante recurso que impossibilitou a defesa do ofendido”. Em determinado trecho, é dito ainda: “não se consumando o resultado morte por circunstâncias alheias à sua vontade”.
Além da tentativa de homicídio, Nery responderá também por porte ilegal de arma de fogo e lesão corporal, por ter agredido fisicamente a vítima já baleada.
Se condenado, o militar pode pegar de 8 a 19 anos de prisão, além da possibilidade de “perder a farda”, caso seja aberto um processo interno na Corregedoria da Polícia Militar após o trânsito julgado da sentença condenatória.






