
O Ministério da Saúde informou em nota que em 2026, o Brasil já registrou 48 casos de mpox (antes chamada de varíola dos macacos). Predominantemente quadros leves ou moderados e sem registro de óbitos. A maior parte dos casos foi em São Paulo, com 41, 3 foram no Rio de Janeiro, 1 no Distrito Federal, 1 em Rondônia, 1 em Santa Catarina e 1 no Rio Grande do Sul. O Ministério da Saúde disse que “segue monitorando as notificações e trabalha em conjunto com a vigilância epidemiológica dos estados”.
A mpox é uma zoonose viral causada pelo vírus mpox (MPXV), do gênero Orthopoxvirus. A transmissão é principalmente por contato próximo com lesões de pele, fluidos corporais ou materiais contaminados. Em 2025, foram registrados 1.079 casos no Brasil e 2 óbitos.
Eles reforçam que o Sistema Único de Saúde (SUS) está preparado para a identificação precoce da mpox e o tratamento necessário para a doença. As equipes de vigilância seguem monitorando e investigando os casos, com rastreamento de contatos pelo período de 14 dias, medida essencial para interromper possíveis cadeias de transmissão.
O alerta é para pessoas com sintomas compatíveis com mpox, como erupções cutâneas, febre e linfonodos inchados devem procurar uma unidade de saúde para avaliação clínica e informar histórico de contato próximo com casos suspeitos ou confirmados. Recomenda-se, sempre que possível, o isolamento até avaliação médica, além da lavagem frequente das mãos para reduzir o risco de transmissão.
Até o momento, os casos identificados no Reino Unido e na Índia não apresentam registro de formas graves ou aumento de hospitalizações. Com base nas informações disponíveis até o momento, o Ministério da Saúde afirmou que o risco no Brasil é baixo.






