
Tudo colabora para que a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) tenha apenas um de seus 24 nomes com mandato na casa concorrendo a uma das oito cadeiras na Câmara Federal nas Eleições de 2026.
Trata-se do deputado Pedro Longo, vice-presidente da Aleac. O mais votado do seu atual partido, o PDT, nas eleições passadas, o político já está com a ida pavimentada ao PSDB, onde vai concorrer com outros tucanos, Minoru Kinpara e Vanda Milani.
Longo já confirmou sua pré-candidatura e tem cumprido agendas em diversos municípios, ganhando forte apoio no Juruá, inclusive.

No ano passado, outros nomes foram cogitados para a disputa, como os dos deputados Fagner Calegário, Michelle Mello, Emerson Jarude e Gene Diniz.
Calegário já afirmou que seu interesse é pela reeleição. Michelle, da mesma forma, já disse à nossa reportagem, em outro momento, que lançar uma candidatura a deputada federal ainda não é prioridade. O deputado Emerson Jarude, que, apesar de ter calibre eleitoral, lidera um partido ainda pequeno e sem muita projeção no Estado, também já declarou que será candidato à reeleição.
Pelo que apurou o ContilNet, o deputado Gene Diniz seria a aposta do prefeito de Sena, Gerlen Diniz, seu irmão, para a disputa à Câmara, mas Gene teria negado a proposta, tendo como único interesse a reeleição.
Como ainda há um tempo considerável até as convenções e o lançamento das candidaturas, é possível que esse cenário mude, mas, até o momento, é isso que se tem como um martelo batido dentro da Casa do Povo.






