Ex-juíza acusada de usar Inteligência Artificial em 2 mil processos alega autismo

Os advogados da ex-juíza Angélica Chamon Layoun disseram ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 1 não foi levado em conta no processo disciplinar que terminou com sua demissão pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS).

Ela foi acusada de usar o mesmo modelo pronto de decisão em cerca de 2 mil processos, o que teria aumentado de forma artificial seus números de produtividade.