
A prisão de Jair Bolsonaro rendeu diversas reações nas redes sociais. Aliados do ex-presidente se manifestaram contra a determinação do ministro Alexandre de Moraes (STF) que determinou o cumprimento da preventiva em regime fechado.
A medida foi adotada após o ex-presidente descumprir medidas cautelares impostas no âmbito das investigações sobre os acontecimentos de 8 de janeiro.
Fábio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação do governo Bolsonaro, classificou a prisão como “inacreditável” e “vergonhosa”. Em suas redes sociais, Wajngarten destacou a situação de saúde do ex-presidente, afirmando que ele está com o “estado de saúde totalmente comprometido”. “É INACREDITÁVEL. Num sábado. Com estado de saúde totalmente comprometido. VERGONHOSO. 26 é logo ali”, escreveu o ex-integrante do governo.
Além de Wajngarten, lideranças políticas também se manifestaram contra a prisão. O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, afirmou que a medida representa “a maior perseguição política da história do Brasil”. Em sua declaração, Cavalcante enfatizou que Bolsonaro nunca cometeu crimes e destacou suas ações no comando do país, como a redução de impostos e o aumento da arrecadação.
“Ele nunca roubou ninguém, diminuiu impostos pra todos os brasileiros e aumentou a arrecadação. A prisão de @jairbolsonaro é a maior perseguição política da história do Brasil!”, declarou o parlamentar.
A deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) também se manifestou, chamando a prisão de Bolsonaro de “um dos maiores absurdos já cometidos pela ‘justiça brasileira'”. Para a deputada, o processo é “absolutamente nulo” e afirma que a prisão do ex-presidente é injusta.
“O maior líder que a direita já teve, homem que não cometeu crime algum, foi submetido a um processo absolutamente nulo, agora é levado a prisão! Lutaremos até o fim contra essa injustiça”, disse Caroline de Toni.






