
Criminosos se rebelam em um presídio de segurança máxima, acessam o depósito de armas e assassinam cinco rivais. A cena parece coisa de filme de ação, mas aconteceu em Rio Branco nesta quarta-feira (26) e ainda não teve um fim.
A população acompanha assustada as negociações entre as autoridades e os detentos, que fazem exigências e não hesitam em confirmar que mataram seus rivais a sangue frio. A rebelião iniciou logo após às 9h, acredita-se que os detentos inicialmente renderam alguns policiais penais em uma tentativa frustrada de fuga.
Segundo as informações, há pelo menos cinco mortos, que seriam outros detentos membros de uma organização criminosa rival. Há também três feridos, sendo dois detentos e um policial penal. Outro policial segue como refém dos criminosos.
Durante a quarta, os detentos fizeram exigências: a presença do promotor do MPAC, Talles Tranin e um advogado. A Secretaria de Segurança e Justiça (Sejusp) confirmou que os presos conseguiram pegar as armas dos policiais penais e a Polícia Civil confirmou que há mortos, mas seus nomes ainda não foram revelados.
O Governo ainda não se pronunciou sobre as mortes, mas sabe-se que a rua do IML (Instituto Médico Legal) chegou a ser interditada. Os próprios detentos pediram a suspensão das negociações na noite da quarta e ela deve ser retomada nesta quinta.






