
Embora a cidade de Mâncio Lima tenha avançado muito no conhecimento, formando diversos médicos, advogados, professores, enfermeiros, engenheiros etc, a cidade ainda é 100% dependente de outros municípios quando o assunto é política.
Prova disso é que durante muitos anos a cidade foi administrada por prefeitos de outros estados da federação. E embora os dois últimos prefeitos sejam filhos do município, as decisões de quem pode ou não pode ser candidato vem de políticos de outras cidades.
Vagner Sales, morador de Cruzeiro do Sul e Deda Amorim, morador de Rodrigues Alves, por muitos anos foram os caciques que decidiram quem pode ou não pode ser prefeito de Mâncio Lima.
Atualmente o nome mais cooptado pelas lideranças manciolimenses para engradecer uma campanha eleitoral é o do ex prefeito de Rodrigues Alves. Se Deda fosse um jogador de futebol seu passe estaria valendo uma fortuna.
Não há nenhuma liderança em Mâncio Lima que consiga fazer o que Deda faz, ao manter seu grupo forte e inabalável por décadas. Prova disso é que a esposa dele, embora seja natural de Rodrigues Alves, sempre aparece entre as mais votadas em Mâncio Lima.
Deda também sempre é escalado para compor o time de conselheiros dos governadores do Acre. Foi assim com Jorge Viana, Binho Marques, Tião Viana, e agora com Gladson Cameli.
Devido ao grande valor de Deda, têm pessoas enfrentando 700 kilômetros de estrada, de Mâncio Lima a Rio Branco para ter a oportunidade de sentar à mesa com ele e pleitear seu apoio na eleição do próximo ano.
Em menos de sete dias, Deda recebeu o grupo de Isaac e o grupo do Chicão. Ambos acreditam que o grupo que o Deda apoiar ganha a eleição.
Amorim tem espalhado que o grupo dele fará parte da próxima gestão da prefeitura de Mâncio Lima, seja na cabeça ou com a indicação do vice. No tabuleiro do time de Deda há os nomes do empresário Regiano Barros e do ex vereador Tom Gadelha.






