
Na quinta-feira, 13 de abril, começaram a circular nas redes sociais imagens do corpo da cantora Marília Mendonça (1995 – 2021), quando estava no IML, passando pelo processo de necrópsia.
Morta em novembro de 2021, após o trágico acidente aéreo em Caratinga, MG, onde toda a equipe que a acompanhava também morreu, a cantora havia comentado, tempos antes, sobre a ética e o medo de que as pessoas, um dia, mostrassem seu corpo sem vida. Fãs resgataram esse momento.
“É muito complicado contar com a ética na prestação de serviços de qualquer forma… minha gravidez foi descoberta por um exame de sangue vazado e tudo que eu faço é dessa forma… da medo até de morrer pq as pessoas não respeitam nem esse momento e conhecemos casos parecidos”, disse Marília no ano de 2019, em seu Twitter.

INVESTIGAÇÃO
A Polícia Civil de Minas Gerais abriu um procedimento administrativo para investigar o vazamento de fotos da autópsia da cantora Marília Mendonça. A polícia afirmou, em nota, que é possível identificar que teve acesso às imagens e vazou os arquivos na internet.
“A PCMG esclarece que não coaduna com esses acontecimentos e assegura que a ação está sendo apurada para esclarecimentos e responsabilização dos envolvidos”, diz o comunicado.
O advogado da família, Robson Cunha, revelou que está indignado com a situação, destacando que é “irresponsável, desumana e criminosa” a forma da divulgação das imagens de algo que envolve uma investigação policial sigilosa.
O caso é investigado pela polícia de Minas Gerais, porque é o estado em que ocorreu o acidente fatal da cantora.






