Em busca de reeleição, maioria dos deputados federais do Acre “enriqueceu” em quatro anos

Cinco dos oito deputados federais do Acre tentam em 2022 voltar à Câmara dos Deputados: Flaviano Melo (MDB), Jéssica Sales (MDB), Jesus Sergio (PDT), Perpétua Almeida (PCdoB) e Léo de Brito (PT) registraram suas candidaturas para deputado federal novamente.

Dos outros integrantes da atual bancada, Alan Rick (União Brasil) e Vanda Milani (PROS) decidiram candidatar-se à vaga no Senado Federal, e Mara Rocha (PL) disputa o Governo do Acre.

Em geral, o patrimônio dos candidatos que tentam a reeleição registrou evolução, sendo a maior delas a informada por Jéssica Sales, do MDB. Em 2018, Jéssica disse ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) possuir R$163.131,58, valor que saltou para R$1.508.257,52 na declaração de 2022, crescimento de quase dez vezes em quatro anos.

Já Jesus Sérgio (PDT) disse possuir R$1.250.000,00, mas declarou em 2018 R$1.100.000,00. São cerca de R$150.000,00 a mais atualmente.

O deputado Léo de Brito (PT) declarou R$ 203.757,35 e em 2018 informou R$211.202,96, um pequeno aumento.

Perpétua Almeida (PCdoB) declarou R$ 960.000,00 enquanto em 2018 foi R$ 780.800,00, demonstrando evolução patrimonial de 23% em quatro anos.

Flaviano Melo, do MDB, declara em 2022 R$802.766,05 em patrimônio, mas em 2018 a declaração informava R$849.999,68, o que sugere que o deputado perdeu algum patrimônio desde a eleição passada.

Antônia Lucia (Republicanos) assumiu a vaga de Alan Rick, que faz campanha para senador e está candidata à permanecer na Câmara dos Deputados. Ao TSE, Antônia Lúcia declarou possuir R$ 3.290.000,00.

Mara Rocha declarou R$183.527,53 nestas eleições e na campanha passada, R$125.000,00, também um pouco mais “rica” como deputada federal.

Alan Rick informa este ano possuir R$ 2.121.474,30 em bens. Na 2ª eleição para deputado federal, em 2018, Alan declarou R$727.390,11, patrimônio três vezes maior em quatro anos.

Já Vanda Milani informou R$623.785,36 ao TSE enquanto em 2018 disse possuir R$938.299,29, ficando mais “pobre” entre uma e outra campanha.

FONTEAc24horas
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