
A tão sonhada reforma do Hospital de Mâncio Lima não foi suficiente para cessar o inconformismo dos pacientes que procuram atendimento na unidade hospitalar.
Com R$ 4 milhões, o governo modernizou dois blocos do prédio e investiu em equipamentos. Entretanto, as reclamações do atendimento ao público, que sempre existiram, têm aumentado nos últimos dias.
Embora na inauguração, que ocorreu há exatamente um mês, o governador Gladscon tenha prometido a contratação de novos profissionais, a promessa não foi cumprida, e pacientes reclamam de falta de profissionais e mal atendimento.
“Nosso próximo passo é contratar profissionais e proporcionar um atendimento humanizado para os moradores de Mâncio Lima”, disse Gladson na inauguração.
O atendimento com dignidade prometido por Gladson não se concretizou. Isso é o que falou uma jovem mãe que precisou de atendimento a sua filha de 01 ano.
Instado a se manifestar, o diretor da unidade, Hélio Bentes, explicou que no Hospital até ontem dia 06/04 devido a greve dos servidores da Sesacre estavam sendo realizados conforme a legislação vigente onde reza que deve permanecer 30% em pleno funcionamento, onde isso ocasionou em alguns momentos uma demora maior no atendimento ambulatorial devido o fluxo alto na unidade
“Todos os pacientes que chegam à Unidade é realizado o boletim de atendimento e enviado para a classificação de risco, onde o enfermeiro classifica o paciente pelo nível de gravidade do seu quadro de saúde. Após a classificação existe um tempo de espera máximo conforme cada nível de gravidade. Ocorre que com a greve o tempo de espera acabou sendo maior, devido a redução de servidores, o que levou alguns pacientes a se evadirem antes do atendimento”, explicou Hélio.






