Todos que estão na disputa já estiveram no poder e o que mudou na vida do acreano? Será a hora de renovar?

De todos os pré-candidatos já apresentados à disputa as eleições majoritárias deste ano, todos já estiveram no poder, as únicas exceções que aparecem hoje são candidatos sem densidade eleitoral e que não apresentaram nada até agora que chamasse atenção da sociedade acreana, estes ou zeram nas pesquisas ou aparecem com pouquíssimos pontos, são inexpressivos.

Os primeiros colocados, com reais chances de subir ao Palácio Rio Branco, estes todos já estiveram no poder, mas, o que mudou de fato na vida do acreano? O questionamento sobre renovação nunca se fez tão importante, será a hora de renovar?

São os últimos dias da janela partidária, momento das grandes últimas movimentações políticas, filiações, eventos e encontros acontecem nos quatro cantos do Acre, todos tecendo extensas críticas aos governos do Acre, seja ao atual governo ou aos anteriores. O atual argumenta a necessidade de uma reeleição para continuar o seu projeto, mas que projeto é esse? A oposição que se coloca contra o que aí está, também não apresenta nada, projetos, plano de governo? Não se ouve falar em nada.

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Jorge Viana representa o que de mais pérfido existiu no Acre. Vinte longos anos de um extenso projeto político e econômico que só nos atrasou, os males de tal regime são refletidos até hoje. E depois de tudo, ousa se dispor ao governo novamente.

Gladson Cameli tenta reeleição. Promessas não cumpridas, escândalos e operações mancharam o seu governo. “Traidor”, eis a palavra que mais se ouve daqueles que ajudaram a eleger Gladson, “ele traiu os próprios ideais”.

Mas não se pode esperar muito de políticos profissionais. Quem perde, no fim, é a população acreana. Que sob os mesmos rostos e os mesmos discursos deverá ir às urnas, convivendo ainda com a insegurança, a falta de emprego e perspectivas futuras, vendo seus filhos e netos migrando para outros estados.

O acreano está cansado.