
Após ser reintegrado ao curso de formação da Polícia Militar (PM) por determinação da Justiça, o aluno Reginaldo Ribeiro, de 34 anos decidiu, desta vez por vontade própria, desistir do curso.
Ribeiro havia sido desligado do curso pela primeira vez no dia 3 de setembro, apenas três dias após o início do curso. Na época, ele afirmou ter passado mal em um treinamento e chegou a denunciar a instituição por maus-tratos e pressão psicológica para que desistisse do curso.
Ele também afirma ter assinado o documento de desistência em um momento em que estava desorientado, sobre o caso, a PM chegou a comentar em nota:
“A primeira semana de curso mostra-se sempre difícil para os alunos, já que estão saindo do meio civil e ingressando na carreira militar, e não possuem o psicológico e, especialmente, o físico, adaptados para a realização de atividades que demandem um esforço maior.”
Para retornar ao curso, Ribeiro acionou a Justiça e conseguiu uma liminar no dia 30 de setembro determinando sua reintegração. Ele foi aprovado no cadastro reserva do concurso da PM de 2017.
Na decisão, a defensoria informou que “obteve decisão favorável na ação de obrigação de fazer com pedido de tutela provisória de urgência, para que o ato administrativo que desligou o aluno soldado R.R.S do Curso de Formação da Polícia Militar do Estado do Acre (PMAC), seja declarado ilegal e determinar a reintegração do aluno ao curso de formação.”
Nesta segunda vez, ele confirma que a desistência foi solicitada por conta própria, após assumir não ter perfil para suportar a pressão psicológica e física do curso: “seriam nova meses nessa ralação e eu desisti”.
A desistência deve ser publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) nos próximos dias.
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Via Correio 68






