Multiplica, Jesus ! diarista captura mais de 100 Kgs de peixe numa tarde no Porto do Mercado Velho

Ao contrário do que muita gente pensa, o Rio Acre ainda é um manancial com grande potencial para a vida aquática e fonte de alimento para muitas famílias que se dedicam à pesca esportiva.

Que o diga o ajudante de serviços gerais Joel Pinheiro, casado, pai de três filhos, morador das margens do rio, no Bairro Seis de Agosto, região do Segundo Distrito de Rio Branco.

Frequentemente, à tardinha, ele desce o barranco para pescar nos fundos do quintal de casa e garantir o jantar da familiar.

“Eu gosto de pescar, e do preço que está o quilo de carne, sem a gente ter condições de comprar, passou a ser ainda mais frequente minhas pescarias à tardinha no Rio Acre. Graças a Deus, sempre que venho levo para casa o jantar e, às vezes, até o almoço do dia seguinte,” relata o diarista.

Nesta quinta-feira (19/08) a pescaria superou as expectativas de Joel e de mais quatro amigos dele ao decidirem pescar bem em frente ao porto do Novo Mercado Velho e no Calçadão da Gameleira ao som da musica que vinha dos bares da região e sob o olhar de centenas de pessoas que passeavam pelo centro da capital acreana naquela tarde.

Em menos de quatro horas jogando tarrafa e praticando a pesca de mergulho, eles encheram a canoa de cuiú, bacu, Jandiá, caparari e outras espécies típicas dos rios amazônicos.

Foi tanta fartura que eles atracaram a canoa na encosta do calçadão da gameleira e distribuíram peixe para a vizinhança e ainda levaram mais de cem quilos de pescado para casa.

O repórter Jotha Guimarães registrou esse momento e conversou com os pescadores sobre a fartura encontrada por eles no rio que todo mundo afirma estar morto.

Veja os vídeos e fotografias:

 

Com informações do AcJornal

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